A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

A PROPÓSITO DA LEI QUE ESTABELECE A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

O congresso brasileiro não inovou com a união entre pessoas do mesmo sexo; são bem antigo, os casos de homossexualidade; os mais conhecidos e documentados se refere à Grécia e Roma. Paul Veyne fez constar em seus escritos, “que os romanos eram bissexuais” e teria persistido por séculos entre os adolescentes até o fim do Império Romano. No ano de 1750, exatamente no dia 6 de Julho, foi noticiado no jornal de Barbier: ” Hoje foi publicamente queimados na praca de Grève, às cinco horas da tarde, dois operários, a saber: um rapaz marceneiro e um salsicheiro, com dezoito e 25 anos, que a patrulha encontrou em flagrante delito de sodomia.” Claro que foi uma injustiça, como é injusto levar qualquer ser humano à fogueira. Jesus não ensinou a pena de morte, o apedrejamento,, mas ensinou a perdoar e acrescentou “vá e não peques mais!”. (João 8:11b)

 Na Grécia existia o exército dos amantes precisamente em Tebas, já se pode imagina r o que seria esse tal exército. Lesbo, uma ilha do Mar Egeu inspirou os contos lésbicos. Adriano imperador de Roma, é conhecido também como um homoerótico, Alcibíades amava Sócrates, este por sua vez rejeitou o erotismo de Alcibíades; os gregos de forma geral não se importavam muito com esse tipo de relacionamento, e na história se registra as paixões de generais pelos rapazes gregos de belo porte.

Também temos coisa “homoerótica”, no esporte, alguns se tornam amantes pela paixão comum no futebol e no beisebol, feminino e masculino.

O comportamento da igreja a partir de agora é cuidar de seus estatutos e prevenir neles a entrada de homossexuais, a menos que se convertam, cada instituição faz o seu próprio regimento interno, e se alguém quer viver de uma forma diferente que fique fora da comunidade cristã, e se criarem uma igreja “homossexual” é problema de quem quiser fazer isso ou aquilo, já que foi estabelecidos certos direitos para eles ninguém poderá mudar isso a não ser por Lei.

No entanto a constituição brasileira não prever a família formada por um homem e outro homem ou uma mulher com outra mulher, a família de acordo com a Constituição é formada pela união de um homem e uma mulher. Então podemos e devemos fazer constar em nossos estatutos que família é isso e não o que lemos na “ficção jurídica”.

Quanto ao direito de assistência médica e outros direitos que são conferidos ao cidadão que paga os seus impostos eles (os homossexuais) tem o mesmo direito. Se o judiciário quiser fazer valer mais do que isso, é simplesmente por vaidade dos juízes em se fazerem e aparecerem como “medalhões” da justiça, estrelismo e nada mais. A Lei tem lá seus limites, não se pode decretar o fim da lei da gravidade, o fim do tempo, ou a inexistência dos números.

 

Quanto à festa que fazem por poderem se unirem legalmente com uma certidão de casamento, isso não tem importância nenhuma e não garante nada para eles que antes não fosse garantido, a não ser o direito de herança e outros semelhantes. E quem garante que se amarão para sempre por causa de uma folha de papel? Na Alemanha 23% dos entrevistados mantinham uma ligação de cinco anos ou mais. Um pedaço de papel não garante estabilidade nem mesmo para um casal heterossexual, mas garante os direitos sociais e também os deveres, isso é justo para qualquer cidadão independente da sua vida privada.

Mas religião é outro departamento, e o Estado é Laico e não tem o dever nem pode se intrometer em assuntos relativos à religião. Cada qual viva a sua fé como achar melhor de acordo com a Bíblia, e o STF cuide de legislar a favor de todo cidadão, especialmente a favor dos desamparados que são muitos nesse país, explorados quase como escravos do capitalismo cruel e centralizador de riquezas, e deixe a Igreja para os clérigos.

 A religião não vai impedir os homossexuais de exercerem os seus direitos perante o estado, e se eles quiserem uma igreja no formato dos costumes deles que se encarreguem de abrir, afinal, uma denominação não passa de uma formalidade, a verdadeira Igreja é o Corpo de Cristo, e isso só pode ser verificado e testificado no Novo Testamento; nenhum juiz aqui na terra pode definir o que é a Igreja, pois existe até Igreja de Satanás, como existia a Sinagoga de Satanás no primeiro século.

 Agora que são legalmente unidos como marido e mulher, vão iniciar corrida por divórcio, a briga por herança, a traição legal, os desafetos os ajustes de contas, o abandono de crianças adotadas e processos amontoados no mesmo judiciário que achou tempo para aprovar a união “gay” e não acha tempo para resolver o direito do consumidor, do pobre, dos que perderam suas casas em desabamentos, que foram enganados por construtoras, que foram desapropriados, gente que espera anos pela devolução de dinheiro de bens que foram alienados, basta conferir em Ribeirão Preto a venda da Ceterp, até agora os acionistas não receberam nada pela venda efetuada pelo então prefeito da cidade o Sr. Antonio Palocci

Essa Lei não faz do homem uma mulher nem de uma mulher um homem. È uma ficção tal quais muitas ficções jurídicas em nosso país e em muitos outros.

 

De agora em diante as crianças sofrerão o impacto da figura distorcida do pai e da mãe. O que é um pai? O que é uma mãe? Porque essa mãe amamenta e “aquela” outra não? Como uma criança vai formar uma idéia correta sobre o que é e o que não é? Mesmo que a Lei diga que um homem é também uma mãe, será uma ficção jurídica grosseira que cairá no ridículo.

Já existe religioso que aceita a pedofilia com adolescentes, afirma que essa paixão com crianças entre 12 e 14 anos de idade já não pode ser traduzida como pedofilia, esse é o comportamento de muitos no Oriente que se casam com crianças. Esperamos que o congresso não formule leis que terminem aprovando a pedofilia como uma simples paixão. Quando tudo parece moderno, até a causa mais indigna pode toma forma de justiça, como uma coisa legalmente instituída, e o STF também corre o risco de se envolver em “Turpis causa“.

Será muito curiosa a manchete da Veja, “Ricardo e Ricardo” felizes para sempre etc., certamente quem navegar nesse noticiário irá quebrar; no reservado o povo brasileiro e muitos outros povos não aceitam certas definições legais que desfigura o homem em um não-homem e uma mulher, em uma não-mulher.

Logo tudo isso ficará no esquecimento, o que os governantes fazem é enganar o povo omitindo os graves problemas do país, muita gente vivendo na pobreza absoluta, enquanto o governo oferece uma distração jurídica para enganar a maioria.

Também é coerente com a justiça deixar viver quem deseja assim viver, não temos que perseguir nem amaldiçoar, e na Igreja a exortação é a mesma que o apóstolo fez aos romanos, aliás em Roma a homossexualidade era comum, corria frouxo, por isso mesmo Paulo fala dos costumes de alguns romanos com sendo uma abominação.

 E, finalmente, por enquanto o que se deve combater é a ditadura da minoria como fala o filósofo Gilles Lipovetsky. Se eles querem viver assim que vivam e deixem os outros em paz. Bispo I.Barreto

Advertisements

About barrosh F.

Bishop of Methodist Renewal Church
This entry was posted in Uncategorized. Bookmark the permalink.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s