“Extra ecclesiam, nulla salus” (FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO”

Religiosos que se achavam donos da verdade, praticavam a tortura no intuito de servir a Cristo. Esse foi o período mais fundamentalista da Igreja.

 

Image71- FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO

extra ecclesiam, nulla salus

Sto. Agostinho, 354-430-Bispo de Hipona.

Os judeus afirmavam que, fora do judaísmo não havia “salvação” ou coisa semelhante, no entanto Jesus não apoiava essa afirmativa dos judeus.

I- A igreja

Para Sto. Agostinho, Igreja era a Católica, ele se expressou sobre a Igreja na contingência da Unidade, “Ninguém que não ama a unidade da Igreja tem amor a Deus, e por causa disto é correto dizer que só se recebe o Espírito Santo dentro da Igreja Católica“. Para ele a Igreja é una e católica, “É a religião cristã a que devemos abraçar, e manter a comunhão com a Igreja, a denominada católica, por ser universal. Assim ela é denominada, não somente pelos seus fiéis, mas também pelos seus adversários”.

Os sacramentos ministrados pelos “hereges” não seriam válido. Essa visão única da Igreja foi defendida por Agostinho com toda a força de boa argumentação .

Havia mais uma interpretação que Sto. Agostinho divulgou, foi em relação às chaves: ” A Igreja recebeu as chaves do Reino dos Céus para que se opere nela a remissão dos pecados pelo sangue de Cristo e pela ação do Espírito Santo. É nesta Igreja que a alma revive, ela que estava morta pelos pecados a fim de viver com Cristo, cuja graça nos salvou”.

II- A Validade dos conceitos.

Esses conceitos são fortes na medida que procedem de um dos mais respeitados Pais da Igreja, no entanto, nenhum grupo protestante admite como verdadeiros esses conceitos sobre a Unidade da Igreja restringida à Igreja Católica, nem que somente ela tenha as chaves do Reinos dos Céus.

III- Convivência com conceitos agostinianos.

Conviver com essas afirmações e ainda assim continuar numa Igreja que não seja a Católica, exige uma reflexão sobre tais conceitos, o da unidade e o das chaves do Reino de Deus.

A unidade não pode ser aquela que foi por Agostinho restringida à existência da Igreja Católica como tal, nem as chaves poderiam também ser uma propriedade exclusiva da Igreja Católica Romana.

Quando a unidade formal da Igreja foi quebrada por Lutero e Calvino, houve uma necessidade de se redefinir tanto a Unidade como o direito de possuir as chaves do Reino. Temos a impressão de que tanto as chaves como o conceito da unidade fora tirado da igreja Católica no calor dos debates, das recíprocas ameaças e destratos de ambas as partes.

 A democracia religioso, colocou a Unidade na diversidade e as chaves para as mãos do povo, sendo assim cada um podia abrir a sua igreja e ser a unidade e ao mesmo tempo, ligar e desligar. Quando brigavam havia uma disputa pela unidade e pelas chaves. Cada grupo fechava a porta e lançava fora os adversários. Em Genebra as chaves do Reino estava com os protestantes calvinistas, e só ficava no “Reino” quem fosse conivente com a doutrina do líder máximo da cidade. Miguel Servet, também conhecido como Miguel Villanueva teólogo espanhol (1511-1553) fugiu para Genebra porque o Reino foi fechado para ele pelos inquisidores, mas chegando na cidade bateram com a porta na cara dele, e por fim foi queimado na fogueira protestante. Naquele tempo obscuro trezentos anos antes do Século das Luzes, tanto católicos como protestantes prestavam culto à fogueira humana, todavia, esses menos do que aqueles.

 

A Igreja Católica que era única, tudo fez para manter o seu poder mediante a defesa desses dois conceitos, unidade e as chaves do Reino, e por causa disso levantou a instituição mais lúgubre da história da humanidade, a inquisição. Os padres dominicanos foram os principais agentes da inquisição, para defender essa ideia macabra, os dominicanos diziam que Deus foi o primeiro inquisidor quando pergunta a Adão: “Adam, ub es?” Adão onde estás?. E quando Adão é expulso do paraíso, perde todos os seus bens, assim a inquisição confiscava todos os bens dos hereges.

III- O mundo moderno

Para não se alongar no assunto; vamos examinar em que sentido a Igreja é a Igreja e com quem estão as chaves do Reino de Deus.

A igreja no conceito agostiniano, é a Católica, e ele não pode ser julgado como arbitrário, naquele momento essa definição estava o mais próximo possível da realidade possível sobre a verdade da Unidade da Igreja.

No entanto hoje depois da reforma, a Unidade não é mais a mesma. Os protestante cuidaram de bagunçar o máximo possível essa questão. A democracia religiosa abriu as portas a todo tipo de imaginação sobre Igreja; e a unidade não tem mais o mesmo valor intrínseco da idade média com Sto. Agostinho.

A unidade hoje se manifesta na diversidade, mas essa diversidade também dever conter alguma regra mínima, senão nos veremos em unidade com verdadeiros hereges, uma unidade forçada com teólogos que não fazem superstições com a Bíblia, e fazem interpretações literalistas elaboram seus termos segundo a sua inclinação pelo poder ou segundo as suas idiossincrasias. Essa doença conhecida por, idiossincrasia, revela o indivíduo que tem a aptidão para organizar para si mesmo os fatos conforme sua disposição pessoal. Assim ele cria por si e para si mesmo, uma linguagem nova, e uma nova interpretação que irá coincidir com os desejos e inclinações de poder e glória. Por isso temos líderes avarentos, racistas, e muitos ignorantes e irreverentes.

Existem pastores de renome que não mais acreditam que Jesus seja divino como proclamou o Concílio de Nicéia. Quanto às chaves do Reino dá-se a impressão que todos os protestantes as tem como se fosse algo tomado da Igreja Católica Romana, agora são eles que determinam quem entra e quem sai do Reino.

 Na modernidade fica difícil aponta tanto a Igreja que é a Igreja, como o possuidor ou detentores das chaves do Reino.

 Há quem feche de um lado e aquele que se rebelou abra do outro lado. Comunidades várias levantam seus profetas para defender seus direitos às chaves e se proclamar como a verdadeira igreja. Gente sem a menor condições se torna apóstolo e se proclamam únicos, e verbalizam doutrinas absurdas como a que, os negros são amaldiçoados por Deus, ainda que não fale que por Deus foram amaldiçoados, dizem que Noé o profeta do divino o fez, o que dá no mesmo.

  Conclusão

 A unidade na modernidade é no amor e pela glória da salvação que se proclama e se detém na vida dos discípulos, e as chaves valerão na medida que estiver valendo o conceito de unidade do Corpo de Cristo. Logo não se trata de ser Católico Romano ou Protestante. O dogma da salvação em Sto. Agostinho reafirma o que sempre pensou a Igreja Católica, “Fora da igreja se encontra tudo, exceto a salvação, em nenhum lugar é possível encontra a salvação a não ser na Igreja Católica“. mas isso foi naquele tempo e estava certo, já que as heresias estavam descaracterizando a Igreja.

Na modernidade, os pastores dissimulados não possuem o valor de um pastor que se identifica numa igreja que proclama a unidade e a salvação pela sua mensagem. Assim a filosofia de Sto. Agostinho ainda está correta,”extra ecclesiam, nulla salus“. Resta pensar qual Igreja. Pois um crente desigrejados não tem mais participação no Corpo e no Sangue de Cristo, contudo não se pode acreditar que não possa haver algumas exceção, mas como ninguém pode ter esperança nas dúvidas apresentadas pelos sacerdotes e sacerdotisas dos desigrados da Não-Igreja, melhor ficar com o certo do que com o duvidoso.

 Bispo Primas I.F. Barreto.

 

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A MENORIDADE E A LEI PENAL

127-MAIORIDADE PENAL

  •  Bem ignorante esse ministro ou é simplesmente um sujeito venal. Ele não procura conhecer o fato de que: O menor é uma combinação de idade, vontade e comportamento. Um menor do século passado era quase um inocente, um menor nos dias de hoje é capaz de atos bárbaros, pois sua vontade foi mudada “evoluída” no mal sentido para cometer toda sorte de maldade. Quando um menor aceita matar a pedido de um maior de idade ele sabe que “pode” fazer porque a Lei lhe dá cobertura; ele conhece o “Beneficium aetatis”. A idade um dos componentes da menoridade é um fator determinante da vontade para fazer o mal sem a possibilidade de punição, mas não é o único componente.
  •  O Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República. Gilberto Carvalho, disse a respeito da maioridade penal: “Eu acho que a ilusão de que reduzindo a idade penal vai resolver alguma coisa no país vai nos levar daqui a pouco a reduzir a idade penal para 10 anos, porque os traficantes, porque os bandidos vão continuar usando o menor”.
  •  Não se trata de uma “ilusão”. Parece que o Ministro imagina a ilusão como algo que pode facilmente dominar a mente de uma pessoa educada em pleno século XXI, é como acreditar na frase: “O preso iludiu a vigilância disfarçado de guarda“. Uma inteligência mediana sabe que nesse caso o guarda pode estar envolvido na fuga, como sempre acontece.
  •  O Ministro pode muito bem estar iludido pela fala presidencial, como na frase, “Um vigarista iludiu o roceiro”. Primeiro que com toda certeza ele não falou de si mesmo, mas “papagaiou” o que lhe disseram atrás da porta.
  •  Seguindo o raciocínio do Ministro não se sabe o que se pode fazer para “resolver alguma coisa no país”. Ele não sabe o que fazer, apenas repetiu um recado que lhe deram as autoridades que não quiseram aparecer nesse momento, pois pode parecer uma apologia do crime sem castigo. E não podemos nos esquecer que estamos perto das eleições.
  •  Se for feito uma cronologia dos crimes praticados por menores de idade teremos uma longa “capivara”, e ele (o Ministro) não sabe o que fazer. Para o bem público deveria renunciar ele e o seu mandante.
  •  O menor do século XXI não é o mesmo menor do seculo XVIII, uma criança daquele tempo, não se envolvia facilmente com crimes hediondos, roubava frutas e o mais perigoso roubava galinha.
  • O ministro se esquece que o homem é uma animal evolutivo para o bem ou para o mal. a criança no Brasil está abandonada à sua própria sorte. Brizola tinha um projeto educacional muito melhor.
  • Nesse governo como continuação dessa hipocrisia do menor impune, tem abandonado as crianças nessas escolas publicas que mais se parece uma escola do crime. Agora não tem como fugir da realidade. A Lei tem que mudar sim. É dever do Estado proteger o trabalhador e o estudante, a família e todos aqueles que se esforçam para o bem do próprio Estado.
  • A mudança na Lei penal não é uma proposta para encarcerar uma população infantil, mas para coibir, inibir e proteger a própria criança contra os aliciadores que o Ministro bem falou, bandidos que pululam pela nação afora.
  • Resistir à mudança da Lei penal é o mesmo que enviar uma mensagem aos bandidos referidos pelos Ministro, é o mesmo que dizer a eles: “Usem à vontade a Lei permite”, é o mesmo que proteger os bandidos na sua sanha para surrupiar o bem alheio.
  • A resposta do Ministro ao Governo paulista é uma irracionalidade, não condiz com a verdade que se pode verificar. Verdade é desvelamento, é correção, é verificação do fato. O fato inconteste é que o país se encontra numa encruzilhada, não pode ser deixado à vontade dos irracionais que se aproveitam de uma Lei canha. O Estado tem ser antes que parecer, não é só falar sobre algo que nem sequer parece querer de fato mudar. A mudança que se espera não se resume apenas na Idade penal, mas em um conjunto de medida que inclua essa mudança. O lema do Estado quer queira o Ministro Gilberto Carvalho quer não queira é um só: “Mutatis mutandis” ou se toma uma atitude ou seremos todos reféns do poder uma menoridade:
  •  Bispo Primaz I. Barreto

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Dones y ministerios

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Los dones del Espíritu Santo son los siguientes:
Palabra de sabiduría
Palabra de conocimiento
Fe
Dones de sanidad
Poder para hacer los milagros
Profecía
El discernimiento de espíritus
Variedad de idiomas
Capacidad para interpretar
Socorrer a los hermanos
Después se agregó:
Los dones del Espíritu para el propósito del gobierno y de perfeccionar a los santos para la obra del ministério,para la edificación del Cuerpo de Cristo, la Iglesia.
Apóstoles,
Gobierno
Presbíteros.
Diáconos
Diaconisa
Evangelistas
Pastores y maestros
Fuente: El propósito del carismático
Inaldo Obispo F Barreto.
Nota: A 1-Obispo, órdenes, presbítero, diácono, diaconisa, y otro obispo. Sin embargo, de cualquier manera no puede ordenar, un pastor, un evangelista, un maestro, alguien capaz de interpretación de lenguas, ya que estos dones son dados por el Espíritu, el hombre no puede elegir tener un pastor, o un hacedor de milagros.
Sin embargo, el Obispo puede elegir a un diácono, un presbítero, un evangelista, y también puede reconocer el ministéiro un apóstol, un pastor, es decir, el obispo puede reconocer lo que el Espíritu ha estado haciendo, si alguien es un evangelista, podrán designarse en la iglesia, evangelista, si a alguien le gusta servir, puede ser nombrado en el servicio, “ayuda”, hoy en día, la acción social.

Por lo general, si un hermano tiene el don de pastor, primeramente, el es ordenado diácono o presbítero, y posteriormente nombrado pastor, evangelista, maestro, o una persona a servir na acción social de la iglesia, y incluso otros dones del Espíritu.

3-Algunas iglesias, sectas a menudo, romper con la tradición y hacer todas las ordenanzas y los nombramientos, como les gusta.

4-No debemos olvidar que el apóstol es un don del Espíritu Santo, y que hoy en día non tiene el mismo significado que tenía en el primer siglo. Los apóstoles eran (lato sensu)”sentido amplio” y sus enseñanzas y escrituras se había convertido en instructions . A los apóstoles de hoy no tienen el mismo peso que antes.A pesar de lo que algunos piensan que es tan importante como lo fue Pablo en su tiempo.Apóstol es uno que va y sienta las bases de Cristo donde no había nada. Sin embargo, es a menudo un lugar donde nunca un predicador predicó de Cristo. Así que un apóstol que fundó una denomianação cristiana es sólo en sentido (Stricto sensu) uno apóstol.

Obispo Primaz I.F. Barreto

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PAIS DA IGREJA PÓS-NICENO DO OCIDENTE

123- PAIS DA IGREJA PÓS-NICENO DO OCIDENTE

  •  Para entender o termo: pós-niceno, precisamos nos reportar ao Concílio de Nicéia convocado no ano 325. A questão central era a divindade de Cristo, Ário que negava a divindade de Cristo era o principal opositor.
  1.  Para resolver a questão, o imperador Constantino convocou o Concílio de Nicéia, Eusébio de Cesaréia, (265-339) um dos Pais da Igreja do Oriente escreveu: “De todas as Igrejas que ocupavam a Europa inteira, a Líbia e a, Ásia, reuniu-se a nata dos ministros de Deus. Uma única casa de oração como que dilatada pelo poder reuniu os sírios, e os cilicianos, os fenícios e os árabes, os palestinos e ainda queles do Egito, da Tebaida, da Líbia e da Mesopotâmia. O Bispo da Pérsia esteve presente ao sínodo; a Cítia foi também representada por seu bispo; o Ponto, a Galácia, a Panfília, a Capadócia, a Ásia, a Frígia haviam enviado sua elite; os trácios e macedônios, os aqueus e os epirenses, e entre estes , tinham vindo os das regiões mais distantes; da própria Espanha, um bispo dos mais ilustres, (Hósio) veio participar com os outros; o bispo da cidade imperial (Roma) foi impedido por sua idade muito avançada, mas estava representado por sacerdotes de sua Igreja. Os bispos entraram na grande sala do palácio e se assentaram, segundo o seu nível, nas cadeiras que lhes haviam sido preparadas. No momento em que se ouviu o sinal que anunciava a chegada do imperador, todos os bispos se levantaram, e então ele entrou no meio de um séqüito de pessoas de qualidade e se mostrou como um anjo de Deus. (Por volta do final do Concílio), celebraram-se os vinte anos de reinado do imperador em todas as províncias, por meio de grandes festividades públicas. Nenhum bispo faltou a ele. O acontecimento superava todas as palavras que pudessem descrevê-lo. A guarda de honra e os soldados, dispostos em círculo, apresentavam suas espadas nuas no vestíbulo do palácio. Sem nenhum temor, os homens de Deus passavam no meio deles para entrar no palácio. Eles tinham a impressão de um antegozo do Reino de Cristo, e o evento lhes parecia mais próximo do sonho que da realidade”. (Eusébio Vida de Constantino III, 15, 16)
  1.  A era de ouro dos Pais da Igreja.

Já vimos de acordo com Earle E.Cairns que a “era de ouro” dos Pais da Igreja foi o período pós-niceno, houve muitos outros antes desse período, Por exemplo, Orígenes que viveu até o ano 254 fez muita muita teologia, fundou a Teologia Sistemática com sua obra, Sobre os princípios, com isso ele inaugurava a ciência bíblica, mas foi rejeitado como Pai da Igreja por causa da sua crença na redenção final de todos, foi ele apesar disso um importante “Pai da Igreja”, suas obras são lidas até hoje, portanto atualmente ele é reconhecido como um dos Pais da Igreja, mas agora vamos verificar a importância dos seguintes Pais da Igreja Ocidental que foram bem mais cultos, produtivos e organizados do que os Pais da Igreja Oriental.

  •  A primeira grande obra foi a tradução da Bíblia e também a tradução das obras de filósofos pagãos e a grande produção de tratados teológicos. Estudaram muito mais o latim e o grego, é fácil perceber nas obras de Jerônimo, Ambrósio e Agostinho. Earle E.Cairns não incluiu Ambrósio, bispo de Milão que foi um grande exegeta latino, pregou para Agostinho, defendeu a liberdade de pensamento pela sua tolerância em relação aos arianos, Agostinho fala de Ambrósio com muita caridade: “conhecido ao redor do mundo como um homem a quem poucos havia que se igualassem em bondade”.
  • Comentarista e tradutor

Jerônimo era natural de Veneza, nasceu no ano de 340 e foi batizado em 360, viajou muito e se tornou amigo do bispo Damaso bispo de Roma que lhe sugeriu uma tradução da Bíblia para o Latim, desde o Concílio de Trento essa é a Bíblia “oficial” da Igreja Católica Romana. (Mas hoje os católicos usam várias traduções, assim também os protestantes.)

 Divulgou vários tratados e optou pela vida ascética, tinha uma personalidade áspera, não se dava bem em relação às outras pessoas, impaciente, era duro com seus opositores, se alguém discordava dele recebia logo uma resposta como no caso do padre Onasus, “Oh, cubra teu nariz e feche a tua oca: esta é a melhor coisa para você“. mas foi um dos mais erudito do seu tempo, era também gentil sempre dizia das crianças; “não devemos desprezar os pequeninos, pois sem eles grandes coisas não poderão ser realizadas”, Jerônimo sempre lutou contra o seu mau gênio. Sua influência permanece até hoje principalmente pela tradução da Bíblia para o Latim.

  •  Administrador e pregador

Ambrósio (c.340-397) Foi pregador, administrador e teólogo competente com a morte do Bispo de Milão em 374 o povo pediu que ele ocupasse o episcopado. Tendo sido ordenado doou seus bens aos pobres e assumiu o cargo de Bispo de Milão, ele iria batizar o mais destacado Pai da Igreja de todos os tempos, Sto. Agostinho.

Era um homem muito corajoso, você sabe aquela história do Decreto Teodosiano, pois bem, quem fez o decreto tornando oficial a religião católica foi esse imperador, mas ele tinha um jeito pouco cristão, em Tessalônica houve uma revolta e o prefeito foi assassinado, então Teodoso reuniu u povo num circo e ordenou o massacre como vingança pela morte de uma autoridade. Depois disso la vem ele todo confiante tomar a Santa Ceia, Ambrósio recusou dá-lhe a comunhão até que ele publicamente se arrependesse de seus atos. Quando Teodoso decreta que, a religião cristã era a religião do Estado (império) todos os súditos crentes ou incréus se tornaram cristão e muitos se agregaram a bandos para promover baderna e violência, principalmente em Alexandria.

  •   Filósofo e Teólogo

Agostinho, foi o expoente entre os Pais da Igreja, com certeza o mais influente. Para ele tudo estava passando e ele lançou uma expectativa que ia muito além do seu tempo, a “Cidade de Deus”, que fala de uma civilização espiritual, ela seria construída com o avanço da Igreja até que Cristo volte para inaugurar uma nova era que já começou. Mas sua vida é cheia de cores, foi estudar retórica em Cartago, longe da família como todos os estudantes em muitas épocas passa a viver como casado e tem um filho, Adeodato inteligente e prometia ir longe. Agostinho insatisfeito consigo mesmo procura encontra paz na doutrina dos maniqueístas, mas desiste, gostava de ler Cícero e os ensinos dos Neoplatonismo. Em 386 se converte. Sua conversão é algo curioso; estando ele em pé perto de uma porta, ouve uma voz, “Toma e lê”, ele abriu a Bíblia em Romanos 13. 13-14, então ele sentiu que havia mudado, despediu a sua concubina e mudou de profissão, queria agora ser religioso, tendo sido ordenado sacerdote, logo demonstra muito saber, e se torna Bispo de Hipona. É o maior entre os Pais da Igreja, deixou mais de 100 livros, 500 sermões e 200 cartas.

Quando Roma é saqueada pelos bárbaros sob o comando de Alarico, os romanos atribuem esse acontecimento ao fato de terem eles abandonado os ídolos da antiga religião, então Agostinho escreve a sua obra prima, “De Civitate Dei”, a Cidade de Deus, era o ano de 410.

Agostinho explica que, “Os deuses não ajudam seus devotos no terreno temporal nem no espiritual, ao passo que o cristianismo pode dar e tem dado bençãos espirituais àqueles que o abraçam”. O livro foi motivado também pelos questionamentos de seu amigo, Marcelino.

A obra exegética mais importante foi, “De Doctrina Christiana”, que ensina sobre hermenêutica ou a ciência da religião.

Agostinho entretanto ensinou indiretamente sobre o purgatório, talvez influenciado pela interpretação da “graça irresistível.”, também deu tanta ênfase aos sacramentos que a Igreja Católica se achou destinada a ser o único aprisco visível

O significado do seu trabalho para a Igreja Cristã tanto Católica como Protestante foi de valor inestimável e continuará por todo o tempo restante da história da igreja.

Earle E. Cairns destaca que, “o fim ou o objetivo da história, para Agostinho, está fora da história, nas mãos de um Deus eterno”. Ele exaltou o poder sobrenatural sobre o temporal.

  • OUTROS PAIS E MÃES DA IGREJA

Houve muitos outros Pais da Igreja, alguns foram simplesmente chamado de Doutores

Irineu

Atanásio

Gregório de Nazianzo

Basílio o Grande

Orígenes

Justino, o mártir

Clemente

Os quatro doutores do Oriente foram: Atanásio, Gregório de Nazianzo, Basílio o Grande e João Crisóstomo.

Os quatro doutores do Ocidente foram: Ambrósio, Jerônimo, Agostinho e Gregório o Grande

Mães da Igreja: Paula, Olímpia, Melãnia a presbítera, Macrina irmã de Basílio e Gregório.

Ário foi “pai herético” herdeiro espiritual de Márcion outro herético.

Atanásio disse a respeito da doutrina de Ário: “Ário e seus seguidores cometeram blasfêmia em duas questões: adoraram uma criatura como Deus e chamaram Deus encarnado uma simples criatura”. C.S.Lewis fez uma consideração intelectual sobre Ário nos seguintes termos: “uma religião “sintética de bom senso” o havia levado a um beco racionalista sem saída”.Atanásio achava muito difícil acreditar em dogmas, mas toda religião tem algum dogma, uma religião toda explicada pode se transformar em algo racionalista.

 Conclusão

No primeiro estudo apresentamos os Pais pós-nicenos do Oriente, que se interessaram pela teologia gramatical, o sentido da palavra para descobrir o seu valor real no tempo estudado. Os pais pós-nicenos do Ocidente estava sob a influência de Orígenes (184-254) exerciam com muita destreza a interpretação alegórica, mas também usavam a hermenêutica gramatical.

Bispo Primaz: I.F. Barreto

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LOS SIETE CONCÍLIOS

Los siete concílios.

 

I Nicea;

325

Declaró al Hijo homoousios (de una misma sustancia) con el Padre.

 

II Constantinopla

381

Confirmó el conclilio de Nicea y concluyó la controversia arriana.

 

III-Éfeso

431

Rechazó a Nestorio y respaldó la posición alejandrina respecto a la relación entre las dos naturalezas de Cristo.

 

IV- Calcedonia

451

Completó la declaración sobre la relación entre las dos naturalezas de Cristo con las palabras: Inmezclabe, incambiable, inseparable, indivisible.

 

V-Constantinopla

553

Rechazó a tres prominentes teólogos antioqueños (“los tres capítulos”) respaldando así la interpretación de Cirilo al dictamen de Calcedonia.

 

VI- Constantinopla

660-681

Aceptó dos voluntades en Cristo.

 

VII NICEIA

787

Declaró que el reverenciar las pinturas e imágenes de realidades espirituales era legítimo.

 

 

La controversia de las imágenes

Sin embargo, una inesperada secuela apreció. En 717 un poderoso imperador, León III el Isaurio, comenzó a reinar. Estaba preocupado por condición espiritual de la iglesia y, como Justiniano, também deseaba asumir el control de la iglesia. A fin de mejorar el tono espiritual de la vida en la iglesia y a la vez lograr dominio que deseaba, prohibió la adoración de imágenes y pinturas de personas o cosas divinas. Para asegurar el cumplimiento de este decreto hizo uso del ejército. En general tuvo éxito, pero el occidente no estaba de acuerdo y muchos en el lado oriental se negaron a obedecer.

Los que estaban en contra de las imágenes decían que estas tomaban el lugar de los ídolos paganos y que las Escritura prohibía su uso. Los que apoyaban las imágenes (y pinturas) decían que las cosas materiales pueden ser una representación o imagen del Dios imaterial y de sua obra de salvación. Además, sostenían que “la esfera del imperador era la condución correcta de los asuntos políticos; el manejo de los asuntos eclesiásticos correspondía a los pastores y maestros”. El problema detrás de todo era esto el asunto del monofisismo. Si lo humano está completamente eclipsado por lo divino en Cristo, no deberíamos hacer imágenes materiales de cosas espirituales.

 Las controversias cristológicas comenzaron y terminaron en Nicea.

Obispo I.F. Barreto

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A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

A PROPÓSITO DA LEI QUE ESTABELECE A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

O congresso brasileiro não inovou com a união entre pessoas do mesmo sexo; são bem antigo, os casos de homossexualidade; os mais conhecidos e documentados se refere à Grécia e Roma. Paul Veyne fez constar em seus escritos, “que os romanos eram bissexuais” e teria persistido por séculos entre os adolescentes até o fim do Império Romano. No ano de 1750, exatamente no dia 6 de Julho, foi noticiado no jornal de Barbier: ” Hoje foi publicamente queimados na praca de Grève, às cinco horas da tarde, dois operários, a saber: um rapaz marceneiro e um salsicheiro, com dezoito e 25 anos, que a patrulha encontrou em flagrante delito de sodomia.” Claro que foi uma injustiça, como é injusto levar qualquer ser humano à fogueira. Jesus não ensinou a pena de morte, o apedrejamento,, mas ensinou a perdoar e acrescentou “vá e não peques mais!”. (João 8:11b)

 Na Grécia existia o exército dos amantes precisamente em Tebas, já se pode imagina r o que seria esse tal exército. Lesbo, uma ilha do Mar Egeu inspirou os contos lésbicos. Adriano imperador de Roma, é conhecido também como um homoerótico, Alcibíades amava Sócrates, este por sua vez rejeitou o erotismo de Alcibíades; os gregos de forma geral não se importavam muito com esse tipo de relacionamento, e na história se registra as paixões de generais pelos rapazes gregos de belo porte.

Também temos coisa “homoerótica”, no esporte, alguns se tornam amantes pela paixão comum no futebol e no beisebol, feminino e masculino.

O comportamento da igreja a partir de agora é cuidar de seus estatutos e prevenir neles a entrada de homossexuais, a menos que se convertam, cada instituição faz o seu próprio regimento interno, e se alguém quer viver de uma forma diferente que fique fora da comunidade cristã, e se criarem uma igreja “homossexual” é problema de quem quiser fazer isso ou aquilo, já que foi estabelecidos certos direitos para eles ninguém poderá mudar isso a não ser por Lei.

No entanto a constituição brasileira não prever a família formada por um homem e outro homem ou uma mulher com outra mulher, a família de acordo com a Constituição é formada pela união de um homem e uma mulher. Então podemos e devemos fazer constar em nossos estatutos que família é isso e não o que lemos na “ficção jurídica”.

Quanto ao direito de assistência médica e outros direitos que são conferidos ao cidadão que paga os seus impostos eles (os homossexuais) tem o mesmo direito. Se o judiciário quiser fazer valer mais do que isso, é simplesmente por vaidade dos juízes em se fazerem e aparecerem como “medalhões” da justiça, estrelismo e nada mais. A Lei tem lá seus limites, não se pode decretar o fim da lei da gravidade, o fim do tempo, ou a inexistência dos números.

 

Quanto à festa que fazem por poderem se unirem legalmente com uma certidão de casamento, isso não tem importância nenhuma e não garante nada para eles que antes não fosse garantido, a não ser o direito de herança e outros semelhantes. E quem garante que se amarão para sempre por causa de uma folha de papel? Na Alemanha 23% dos entrevistados mantinham uma ligação de cinco anos ou mais. Um pedaço de papel não garante estabilidade nem mesmo para um casal heterossexual, mas garante os direitos sociais e também os deveres, isso é justo para qualquer cidadão independente da sua vida privada.

Mas religião é outro departamento, e o Estado é Laico e não tem o dever nem pode se intrometer em assuntos relativos à religião. Cada qual viva a sua fé como achar melhor de acordo com a Bíblia, e o STF cuide de legislar a favor de todo cidadão, especialmente a favor dos desamparados que são muitos nesse país, explorados quase como escravos do capitalismo cruel e centralizador de riquezas, e deixe a Igreja para os clérigos.

 A religião não vai impedir os homossexuais de exercerem os seus direitos perante o estado, e se eles quiserem uma igreja no formato dos costumes deles que se encarreguem de abrir, afinal, uma denominação não passa de uma formalidade, a verdadeira Igreja é o Corpo de Cristo, e isso só pode ser verificado e testificado no Novo Testamento; nenhum juiz aqui na terra pode definir o que é a Igreja, pois existe até Igreja de Satanás, como existia a Sinagoga de Satanás no primeiro século.

 Agora que são legalmente unidos como marido e mulher, vão iniciar corrida por divórcio, a briga por herança, a traição legal, os desafetos os ajustes de contas, o abandono de crianças adotadas e processos amontoados no mesmo judiciário que achou tempo para aprovar a união “gay” e não acha tempo para resolver o direito do consumidor, do pobre, dos que perderam suas casas em desabamentos, que foram enganados por construtoras, que foram desapropriados, gente que espera anos pela devolução de dinheiro de bens que foram alienados, basta conferir em Ribeirão Preto a venda da Ceterp, até agora os acionistas não receberam nada pela venda efetuada pelo então prefeito da cidade o Sr. Antonio Palocci

Essa Lei não faz do homem uma mulher nem de uma mulher um homem. È uma ficção tal quais muitas ficções jurídicas em nosso país e em muitos outros.

 

De agora em diante as crianças sofrerão o impacto da figura distorcida do pai e da mãe. O que é um pai? O que é uma mãe? Porque essa mãe amamenta e “aquela” outra não? Como uma criança vai formar uma idéia correta sobre o que é e o que não é? Mesmo que a Lei diga que um homem é também uma mãe, será uma ficção jurídica grosseira que cairá no ridículo.

Já existe religioso que aceita a pedofilia com adolescentes, afirma que essa paixão com crianças entre 12 e 14 anos de idade já não pode ser traduzida como pedofilia, esse é o comportamento de muitos no Oriente que se casam com crianças. Esperamos que o congresso não formule leis que terminem aprovando a pedofilia como uma simples paixão. Quando tudo parece moderno, até a causa mais indigna pode toma forma de justiça, como uma coisa legalmente instituída, e o STF também corre o risco de se envolver em “Turpis causa“.

Será muito curiosa a manchete da Veja, “Ricardo e Ricardo” felizes para sempre etc., certamente quem navegar nesse noticiário irá quebrar; no reservado o povo brasileiro e muitos outros povos não aceitam certas definições legais que desfigura o homem em um não-homem e uma mulher, em uma não-mulher.

Logo tudo isso ficará no esquecimento, o que os governantes fazem é enganar o povo omitindo os graves problemas do país, muita gente vivendo na pobreza absoluta, enquanto o governo oferece uma distração jurídica para enganar a maioria.

Também é coerente com a justiça deixar viver quem deseja assim viver, não temos que perseguir nem amaldiçoar, e na Igreja a exortação é a mesma que o apóstolo fez aos romanos, aliás em Roma a homossexualidade era comum, corria frouxo, por isso mesmo Paulo fala dos costumes de alguns romanos com sendo uma abominação.

 E, finalmente, por enquanto o que se deve combater é a ditadura da minoria como fala o filósofo Gilles Lipovetsky. Se eles querem viver assim que vivam e deixem os outros em paz. Bispo I.Barreto

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The New Pope …

We have a new Pope and what will happen?

It is apt that the cardinals of the Roman Catholic church, faced with a excruciatingly tricky choice, went and picked a surprisingly complex pope, the Cardinal Jorge Mario Borgoglio..
The headline is surprising: The Argentine pontiff´ style and origins are new but his ideas are conservative.

Es conveniente que los cardenales de la Iglesia Católica Romana, se enfrenta a una elección terriblemente complicado, el Papa fue elegido un sorprendentemente diferente de todos los papas anteriores sí.
El título es una sorpresa: “El estilo y el origen del pontífice argentino son nuevas, pero sus ideas son conservadoras.

What do we expect?

The catholic people, wait the same, a Pope who preached to poor’s, and wanted  to continue preaching and left the images in same place in the altars,but everyone wait too of him beyond of the preaching.

Opinions about the new pope is that he presents a new, but will need to act with urgency if you want to change.
The reports disclose: “He needs to to act fast.”

Symbolism

All this symbolism will count for little, though, if nothing changes. Despite his age and his closeness to the conservative Benedict, Francis may be a reformer, if is hand to imagine a man who ditched his limousine and palace in Bueno Aires and took the bus to work from a humble flat putting up with nonsense from Vatican smoothies. In Europe religion may be declining in Latin America Christianity- albeit of many kinds- is still thriving . He is also an outsider in another sense: the first jesuit to become pope.

El simbolismo
Todo este simbolismo servirá de poco, sin embargo, si nada cambia. A pesar de su edad y de su cercanía con el conservador Benedicto XVI, Francis puede ser un reformador, si es la mano de imaginar a un hombre que abandonó a su limusina y el palacio en Bueno Aires y tomó el autobús para trabajar a partir de un piso humilde aguantar tonterías de smoothies del Vaticano . En la religión de Europa puede estar declinando en América Latina cristianismo-aunque de muchas clases-todavía está prosperando. También es un extraño en otro sentido: el primer jesuita para convertirse en Papa.

Holy writ

What should he do? A secular newspaper has to divide its suggestions into two groups: reformer to church doctrine that many conservative Catholics, including Francis, may disagree with; and managerial ones that all Catholics can support.

¿Qué debe hacer? Un periódico secular tiene que dividir sus propuestas en dos grupos: el reformador de doctrina de la Iglesia que muchos católicos conservadores, entre ellos Francis, pueden no estar de acuerdo con, y unos directivos que todos los católicos pueden apoyar

Conclusion:

The “Holy Writ” in this subject  refers to of Pope’s statements in relation to the doctrine and faith

The popes from the past have built a barrier of protection to pedophiles, now he the new pope, should open the floodgates for them to go out from the Catholics Churches.

Since Luther’s Reformation and the the Counter Reformation  now  the Catholic Church is in a time of a great discontent,meanwhile any action will cause  some damage  and no action will cause a greater than damage and a general discontentment, and even stampede to evangelical churches.

From The Economist
March 16th 2013

Bispo Primaz I.F.BarretoImage

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